der doppelgänger
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Friday, September 13, 2024
Wednesday, June 20, 2012
Vancouver - To Do
![]() |
| Photo credit: http://www.vancouverfilm.net/ |
Para quem está em Vancouver e quer dicas de coisas para se fazer.
Pulse 604
Bored In Vancouver
O Bored In Vancouver é bem engraçado. Vale a pena checar os dois. Adicionei os blogs ao Blogroll.
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Thursday, April 19, 2012
Cross-Border Shopping in B.C.
The 2012 federal budget contained some good news for cross-border shoppers as they will soon be allowed to bring back more goods tax-free.
So what are the cross-border rule changes from the 2012 Budget?
Here is a breakdown of the new cross border exemptions for Canadians visiting the U.S:
- U.S. visits less than 24 hours: the rules remain unchanged.
- 24 to 48 hours: If you travel to the U.S. for more than 24 hours but less than 48 hours, you will be able to bring back $200 worth of tax-exempt goods. The previous limit was $50.
- More than 48 hours: If you're out of the country for more than 48 hours, your limit is now $800. Previously, travellers who were out of Canada from 48 hours to seven days were allowed to bring back $400 worth of goods. Travellers gone more than a week could bring back $750.
- What about alcohol and tobacco? Limits for alcohol and tobacco remain unchanged
- When do the new rules go into effect? The new limits will go into effect June 1, 2012.
Link to the original article here.
Além das dicas acima, segue a minha experiência fazendo compras em Seattle.
- Para entrar nos EUA voce precisa de visto americano ou passaporte participante do Visa Waiver Program. Além disso voce precisa do form I-94 (para quem tem visto), I-94W (para quem tem passaporte participante do VWP), taxa de 24 dólares (para quem passa de carro), customs form, fingerprinting e pictures para a família toda. Por causa de tudo isso, não dá para fazer isso no guichê tipo pedágio. Voce tem que descer do carro e passar pelo processo acima de dentro do prédio anexo.
- Quem é já cidadão canadense e tem enhanced driver's license ou Nexus card, o processo é mais rápido e voce faz tudo de dentro do carro direto nos guichês tipo pedágio
- Para quem tem passaporte participante do VWP,
o ESTA não serve para quem cruza o border via land. ESTA serve só para quem viaja de avião[EDITADO 29/Abr/2014] O ESTA sim funciona para land crossings para portadores de passaportes participantes do VWP. Isso evita ter que ficar preenchendo papelada na mão na fronteira. - Ao fazer as compras, guarde todos os receipts organizadamente. Voce vai precisar apresentá-los na alfândega canadense durante a volta caso solicitado. Isso economiza tempo e potencialmente evita um poker face de quem está simplesmente guessing o valor das compras para o border official, o que aumenta as chances de ser pulled para um detailed inspection e ser flagged toda vez que cruzar a fronteira
- Na ida, recomendo parar na alfândega canadense e declarar laptops e eletrônicos antes de entrar nos EUA, para que isso não entre na sua cota na volta
- Os principais locais onde fiz compras foram o Seattle Premium Outlets e Burlington Coat Factory em Edmonds, WA.
- Não se esqueça de que para voltar para o Canadá voce precisa do seu PR card e passaporte canadense (ou enhanced driver's license para quem é cidadão)
- Em suma, lembre-se que voce terá que fazer dois processos de imigração e alfândegas. Um na entrada nos EUA e outro na volta para o Canadá. Tenha toda a documentação em mãos e não carregue frutas frescas, flores, alimentos in natura, etc.
Valeu a pena? Valeu e muito. Compramos qualidade por preços muito menores que retail e com menos taxes comparado ao Canadá.
der doppelgänger
Monday, December 5, 2011
Canadian Immigrant
Great blogroll addition people seeking information before or after immigrating to Canada..
Canadian Immigrant
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Canadian Immigrant
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Monday, April 25, 2011
Impressões e Providências - Segunda semana
Atendendo ao pedido da Katzinha, segue uma preliminar (sem muita ordem ou lógica aparente) das primeiras impressões aqui em Vancouver.
Bem, por enquanto é só para a segunda semana.
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- A viagem com a gatinha foi tranquila. O que fizemos antes foi a reserva para viajar com ela na cabine e o certificado de vacinação anti-rábica emitida pelo governo Brasileiro três dias antes da viagem. Fomos a um pet shop perto de casa e pagamos uma taxa pelos serviços. Só o atestado é suficiente, não precisa de sorologia.
- Para a viagem o que foi providencial foram uns sticks de carne, fraldinhas para forrar o chão da gaiolinha, o potinho para por água, o cobertorzinho e umas três viagens ao banheiro do avião. Nesses breaks, eu dava os sticks, trocava a fralda, colocava água e ração nos potinhos e deixava ela em cima daquela plataforma para trocar fraldas de bebê para ela ficar lá se acalmando. A primeira ida ela estava super estressada. Eu ia para o banheiro quando ela começava a miar. Já no trecho Chicago-Vancouver nem parecia que ela estava lá. Agora temos uma gata com air miles, chique não?
- Solicitamos o nosso provincial MSP via correspondência.
- Por conseqüência, voce deve comprar envelopes e selos do Canada Post. No Costco voce compra um rolo com 100 selos e believe me, voce vai usar todos mais cedo ou mais tarde.
- Já que mencionei Costco, voce já se registrou no Aeroplan? Se voce faz o membership do Costco via Aeroplan voce ganha 1000 milhas.
- No Costco é onde voce vai para fazer aquela compra do mês. Os outros supermercados (Safeway, Whole Foods, Save-on-more) são muito caros e servem para voce comprar aquele pãozinho de manhã, um suco que voce não comprou no Costco, uma verdura mais fresca. Se fizer essa compra do mês nesses supermercados, adeus dinheiro.
- Celular: ainda fico com o pré-pago do 7-Eleven Speakout Wireless. Não vi nada mais vantajoso até agora.
- E já que mencionei Aeroplan, fique sempre de olho nas ofertas para acumular milhas.
- Se voce viaja de United, não crie um plano de milhagem da United. Apresente o cartão Aeroplan ou deixe sem nada e depois faça o request mileage claim pelo site do Aeroplan.
- Para fazer a matrícula dos seus filhos, vá até o Placement Center do Vancouver School Board. Lá eles vão pedir o passaporte, o COPR, o lease agreement (assinado pelo landlord), as certidões de nascimento traduzidas, o histórico escolar traduzido e o certificado de vacinas traduzido. Uma vez submetido o processo as crianças tem que fazer um teste simples de matemática e inglês (escrito e oral) mas sem nenhum estresse. Nem avisamos as crianças desse teste. Eles chegaram lá e pronto.
- Lobster Man em Granville island. Frutos do mar frescos. Não tem nada mais gostoso do que comprar uns mussels e dungesness crabs e fazer em casa.
- As cherry blossoms nas ruas e jardins, não dão cerejas (cherry). As que dão cereja são um tipo diferente.
- Não achei bacalhau salgado (salt cod) para fazer na Páscoa. Itens salgados não são comuns em supermercados. Tem que procurar em lojas especializadas do ramo.
- Vancouver Public Library: Faça o seu library card. Isso é para ontem. Voce vai saber o porque depois que passar um dia lá explorando os recursos. Minha sugestão de primeira leitura? "Your Credit Score - Your Money & What's At Stake"-Liz Pulliam Weston. Tem também um aplicativo para o iphone, é só procurar por VPL na Apple Store do Canada.
- Falando em Apple Store, a store do Canada é diferente da store dos EUA. Os cartões de iTunes credit daqui não servem na loja de lá e vice versa.
- O mesmo acontece com a Amazon daqui do Canada (que não tem nada) e da Amazon dos EUA (que tem tudo). Para comprar eletrônicos aqui no Canada, recomendo a FrontierPC.com ou NCIX.com. Ou nas stores que voce acha no site da Aeroplan. Não recomendo a BestBuy.com.
- Restaurantes: os pratos são gigantescos. Em todos os restaurantes. Voce conseguirá dividir um prato entre voce e sua esposa, garantido.
- Faça um scan dos seus membership cards caso tenha um iphone ou assemelhado. Isso faz com que voce não tenha que ficar carregando um monte de cartões por aí. Aí é só ir na boca do caixa fazer o scan do cartão diretamente da imagem no iphone. Só não faça scan dos cartões onde voce tem que obrigatoriamente apresentar o plástico (ex. Costco).
- Driver's License: Faça a tradução quando chegar aqui com o Tomas Almeida. Ele cobra CAD 35 por carteira, CAD 65 se for a sua e da sua esposa. Mande um scan da carteira para ele que ele traduz em até dois dias já com o formulário do ICBC. A tradução feita pelo Tomas já é em papel timbrado do ICBC e contém o tempo de experiência. Uma vez com a tradução, vá ao ICBC com o COPR para fazer o teste escrito (depois que der uma lida nas apostilas e fizer o simulado umas 3 ou 4 vezes) e marcar o prático. Um detalhe. Eles pedem o PR card senão nada feito. Mas se voce levar o COPR form, eles fazem o processo mas não liberam a carteira de plástico até que voce apresente o PR card. Não precisa ir ao Consulado Brasileiro para fazer nada. Uma outra dica é que quando voce faz o knowledge test, a sua carteira fica retida no ICBC e aí só se pode dirigir acompanhado com alguém fully licensed ao lado. Então o casal deve tirar uma carteira de cada vez pois se os dois fazem a prova ao mesmo tempo, as duas carteiras ficarão retidas.
- PR card - fotografias: Siga exatamente todos os requerimentos para as fotos que estão no site do CIC. Caso contrário voce irá receber uma carta pedindo para resubmeter as fotos. Esse processo todo desde o landing irá demorar de 3 a 5 meses então siga atentamente as instruções para não perder tempo (como nós estamos perdendo) e ficar sem um documento importante que é pedido para tudo. Claro que o passaporte com o COPR form é aceito mas o PR card é melhor. Não use roupa branca quando for tirar a foto, não sorria, não deixe cabelo por cima das sobrancelhas, o fundo deve ser branco, as dimensões devem ser exatas, não podem haver sombras, o queixo deve estar ligeiramente levantado, etc etc. Deixo aqui uma dica que não sei se funciona mas pode ser tentada. Dê uma olhada no COPR form e veja se a foto atende. Caso você desconfiar que não ou tiver dúvidas, tire novas fotos dentro do padrão e tente substituí-las quando for fazer o landing junto ao oficial da imigração.
- Carro/transporte: Vamos comprar um carrinho pequeno só para andar na cidade quando preciso e também para começar a montar o histórico de crédito. Carro grande não compensa por causa a) do preço, b) porque é mais legal poder andar pelas ruas, c) dá para andar de transporte público e/ou bike e d) caso queira viajar, é só ir até uma locadora e alugar um carro grande só para o final de semana se necessário. Para o leasing ou financiamento, como vim transferido pela minha firma então isso facilita na compra com algumas condições no meu caso. Fazer um downpayment e ter pelo menos o protocolo do ICBC que você passou pelo teste escrito. Se você não tiver ainda emprego e/ou histórico de crédito a coisa fica mais complicada. Nesse caso, recomendo Craigslist e comprar um carrinho usado. Caso voce não queira comprar e tenha a driver's license+cartão de crédito, uma alternativa é usar os carros da Zipcar espalhados pela cidade. Ou aproveitar o verão e desenferrujar usando uma bike+acessórios.
- Histórico de crédito: vide item Vancouver Public Library.
- Coupons: Pesquise, procure, vasculhe. Existe coupons para tudo aqui no Canada. Então pesquise antes de sair pagando preço full para tudo. (P.S.: Procure no Google por Extreme Couponing)
- Public transportation: Compre o FareSaver (10 tickets), o DayPass ou o Monthly Pass. O site da Translink.ca tem mais informações sobre valores e onde comprar.
Bem, por enquanto é só para a segunda semana.
der doppelgänger
Sunday, March 13, 2011
28 Days and Counting Down
- Passagens compradas.
- RG das crianças, emitido.
- Carta com referências do seguro de auto no Brasil, providenciada.
- Reserva para levar a gata na cabine do avião até Vancouver, feita.
- Compra e teste da bolsa-gaiola para levar a gata, providenciada.
- Contas bancárias que devem ser fechadas, fechadas.
- Família vende tudo....para a família....em andamento.
- Empresa de transporte para coisas que não dá para levar no avião, contratada.
- Contratação de assessoria para assuntos fiscais no Brasil, efetuada.
- Rescisão da escola das crianças + histórico escolar, solicitada.
- Travel documents (nossos PRs não ficaram prontos ainda), expedidos.
- Transferência dos celulares para pré-pago, feitas.
- Cancelamento de cartões que não iremos utilizar, cancelados.
- Contato com corretora para aluguel do apartamento, feito.
- Mudar o seguro do apartamento para o novo inquilino, providenciado.
- Venda dos autos, feita.
- Cancelamento dos seguros dos autos, feito.
- Seguro-saúde para os primeiros três meses, providenciado.
- Definição do carro a ser comprado no Canadá (será um Nissan Versa)
- Saída da empresa, anunciada.
Ainda falta:
Ufa.
Der Doppelgänger
(P.S.: A viagem transcorreu sem problemas)
Tuesday, March 1, 2011
Travel Document
Segue a cara do Travel Document, que é na verdade um visa tipo R-1. Ele é de uso único, vale por 6 meses e serve para comprovar o status de Resident Permanent para aqueles que estão fora do Canadá e necessitam retornar, porém não tem o PR card em mãos.Fiz o landing em Janeiro/11 e tive que voltar para o Brasil sem os PR cards. Para o nosso retorno agora em Abril/11, fiz a solicitação dos Travel Documents no Consulado do Canadá em São Paulo. O processo é muito simples:
1) Baixe e preencha os documentos no site do CIC, Application for a Travel Document (Permanent Resident Abroad)
2) Anexe aos formulários preenchidos:
- 2 fotos 5x7 com nome e nascimento marcados atrás das fotos
- Os passaportes originais
- Cópia do COPR e do visto de imigrante
- Cópias de quaisquer outros documentos que comprovem vínculos com o Canadá tais como membership cards, SIN cards, bank statements, rental agreements, etc.
- Boletim de ocorrência da polícia, no caso de perda ou roubo dos PR Cards.
- Os e-tickets da volta para o Brasil e do retorno para o Canadá.
3) Pague as taxas no HSBC. No dia 18/Fevereiro, paguei R$ 85,00 por Travel Document. Verifique os valores atualizados junto ao Consulado.
4) Entregue (ou envie) tudo para o Consulado em São Paulo.
Em dois ou três dias, os Travel Documents ficam prontos. Depois disso é pegar o avião and "Welcome to Canada".
Der Doppelgänger
PadMapper - Todos Os Seus Problemas Acabaram!
Pois seus problemas acabaram. Conheça o PadMapper. Não vou ficar aqui explicando muito como funciona. É melhor que veja com seus próprios olhos.
Utilize os vários filtros disponíveis para diminuir as opções de acordo com suas preferências, tais como valores mínimos/máximos, número de quartos, banheiros, palavras chave (i.e.: furnished). Uma vez clicada em uma opção, voce pode colocar nos favoritos e ele apresenta a variação do valor do imóvel comparado com anúncios similares na mesma região. Coloque um endereço como referência, coloque a distância (i.e.: 10 minutos a pé) e é adicionado um overlay em verde do ponto de referência até a distância desejada. Daí voce consegue ver quais são as opções disponíveis dentro dessa área. Voce ainda pode fazer map overlay dos crime stats, walkscore e neighborhoods (somente selected locations nos EUA, tente NY, LA, etc).
Creio que para quem pensa em imigrar ou simplesmente mudar de casa, essa ferramenta é de grande ajuda.
Der Doppelgänger
Sunday, February 20, 2011
Celular No Canadá - 7-Eleven Speakout Wireless

Descomplicado e flexível. É o que eu posso dizer dessa operadora. "Mas a 7-Eleven não é uma loja de conveniência?" voce deve estar se perguntando. Realmente é, mas ela convenientemente também opera uma rede de celular pré-pago no Canadá.
Tenho visto diversos posts com as pessoas comprando um celular e se amarrando em planos de 3 anos. E em muitas vezes arrependendo-se depois por não ter lido as letras pequenas, por despesas imprevistas, mau atendimento e insatisfação com o serviço prestado.
A 7-Eleven Speakout é uma MVNO. O que significa na prática que ela utiliza a rede de um terceiro para prestar o serviço. No caso do Canadá é a Rogers e nos EEUUAA é a AT&T.
A coisa é muito simples. Cada minuto custa CAD 0.25/min para ligações locais para fixo e para celular, o que serão 99% de suas chamadas. Chamadas de longa distância para qualquer lugar dos Canadá e dos EEUUAA custam CAD 0.20/min a mais. Não se paga nada para receber ligações. Chamadas 911 custam CAD 1.25/min. Chamadas para números 0800 são cobrados os CAD 0.25/min. Os créditos valem por 360 dias e assim que voce coloca mais crédito voce tem mais 360 dias para utilizar o saldo no telefone.
Voce tem várias features grátis tais como: voice mail grátis, caller ID grátis, system access fee grátis, three way calling grátis, call waiting grátis, incoming text messages grátis. Bom não?
Se voce quiser browsing ilimitado (sem Skype e sem streaming de voz/vídeo incluindo YouTube e similares) custa CAD 10.00/mês. Alguém pode dizer que essas limitações são deal breakers. Mas para quem está na rua e quer usar um Google Maps, navegar na internet, atualizar Facebook, consultar Yelp, é uma baita mão na roda.
Voce pode comprar um pacote de 2500 SMS/mês por CAD 10.00/mês. Se não quiser o pacote voce paga CAD 0.10 para cada SMS enviado. Não se paga nada por SMS recebido. Existem outros pacotes e promoções, que devem ser pesquisados diretamente no site.
A ativação pode ser feita pela internet ou telefone. Voce informa os códigos de ativação e recebe o seu número de celular (não, não dá para escolher). Depois disso voce pode optar em fazer os outros atendimentos ou por telefone ou via internet, onde voce pode adicionar e remover os pacotes que quiser, na hora que quiser. Pela internet é possível agrupar vários telefones em um mesmo perfil, ou seja fica fácil para gerenciar os telefones da família inteira. Mais prático, impossível.
Para comprar o chip, voce deve comprar um telefone junto pois ele não é vendido separado. Mas voce pode depois retirar o chip e colocar em um telefone quad-band que voce tenha trazido do Brasil, por exemplo. No meu caso, foi no iPhone desbloqueado que comprei no Canadá, depois que cortei o chip no tamanho do microSIM chip que é o padrão do iPhone. O requerimento para quem leva o telefone do Brasil e quer usá-lo com a Speakout é que o telefone seja destravado e opere na frequência de 850/1900MHz.
Mas os telefones até que são bem legais e o principal, não existe burocracia nenhuma. Voce vai até um 7-Eleven, escolhe o modelo, paga, ativa e pronto. Já pode sair falando a vontade. Cada telefone já vem com 20 minutos de airtime então é recomendável que voce compre créditos. Se voce comprar no mínimo CAD 50.00 em créditos na hora de comprar o telefone, voce ganha um desconto de CAD 20.00 no aparelho. Então veja só, voce compra um pé de boi Nokia 1661, paga CAD 59.00. Compra CAD 50.00 de airtime e a conta toda fica em CAD 89.00 para falar por 220 minutos, sem burocracia, sem fidelidade e sabendo exatamente quanto vai pagar. Uma maravilha, não?
Claro que os outros planos podem ter outras vantagens e dar descontos incríveis na hora da compra do aparelho. Mas nada na vida é de graça, pense bem. Acho que se colocar tudo na ponta do lápis, esses três anos acabam saindo bem mais caro que o aparelho mais o valor pago pelos minutos. E para quem chega sem conhecer nada e quer só falar sem se preocupar, a 7-Eleven Speakout eu considero a opção mais atraente.
Viagem para Vancouver - Chegada e Primeiras Providências
(Foto: Vista de North Vancouver e da Lions Gate Bridge ao entardecer a partir de Prospect Point)
Terceiro (e último da série) post da viagem para Vancouver.
Chegada:
O vôo Toronto-Vancouver foi super tranquilo, sem nenhum problema. Nenhum problema além dos traseiros quadrados e cansados da viagem. Pousamos em YVR e vimos que havia nevado na noite anterior. Haviam algum blocos de slush aqui e lá e já batia um solzão forte. Desembarcamos, aluguei dois carrinhos e fui direção setor de bagagens para pegar as caixas fosforescentes e as malas. Logo que isso aconteceu fomos comer nossa primeira refeição em solo canadense. Um glorioso hamburguer, frango frito, fritas e suco de laranja do Harvey's. Estávamos morrendo de fome e apesar de não ter sido nada glorioso, matou o que nos matava.
Dali fui até a calçada do setor de desembarque para ver como iria fazer para alugar o carro. Tínhamos as caixas e não conhecia nada do aeroporto. Como estava frio, deixei a família e as caixas do lado de dentro do aeroporto e atravessei a rua pois a Budget ficava do outro lado. Aluguei o carro, o assento para a caçula (ela tem 7 anos) e o espertão aqui teve que sair do aeroporto e retornar ao desembarque para pegar a família e as malas. Isso porque se eu tivesse subido um andar com as malas, cruzado pela passarela e descido novamente, estaria dentro do prédio onde está a locadora. Conclusão, como não fiz isso, parei o carro na frente do desembarque (parada proibida), botei todo mundo para dentro e fiz a mágica de colocar as três caixas, as três malas e as backpacks dentro do carro acho que em menos de 5 minutos. Um recorde absoluto considerando a falta de planejamento nesse aspecto.
Bem, passado o medo de tomar uma multa logo na primeira hora em Vancouver, liguei o GPS que trouxe do Brasil e segui a Granville Ave. Fui seguindo, seguindo e nada do GPS pegar o sinal. Continuei seguindo e quando vi a Granville Street Bridge, fui no modo "mental" mesmo. Mental no sentido de que havia feito tantas vezes esse roteiro via Google Street View que não precisei mais do GPS para chegar até o flat que havíamos alugado em Yaletown. Finalmente chegamos ao nosso destino e pudemos então desfazer as malas e descansar da viagem extenuante.
Primeiras Providências:
No dia seguinte logo cedo fomos ao Service Canada no Sinclair Centre para conseguirmos nossos SIN cards. Entrando no Service Canada, pegamos uma senha e aguardamos uns 10 minutos. O local não estava cheio e logo fomos chamados. Sentamos num guichê e o atendente foi muito simpático e atencioso dando dicas de para quem fornecer o SIN number e para quem não se deve fornecer o SIN number. Os SIN cards chegaram pelos correios depois de uns 15 dias. Fui também no HSBC a uma quadra dali para realizar a inglória tarefa de depositar os traveller cheques que havia comprado e trocar as senhas dos cartões para outros mais mnemônicos. Inglória pois havia comprado 50 cheques e tive que assinar os benditos 100 vezes (50 no Brasil e 50 na agência do HSBC). As dica aqui são a de trazer menos de BRL 10,000 e/ou CAD 10,000 para não ter que ficar declarando o dinheiro,e comprar o mínimo possível para evitar ter que ficar assinando um monte de cheques e abrir sua conta no Canadá antes da viagem ainda no Brasil.
O passo seguinte foi tentar conseguir uma B.C. ID no ICBC no Royal Centre Mall na Burrard Street. Lá descobrimos que não tem negócio enquanto voce não tiver o seu PR Card. E que o B.C. ID não é emitido para crianças menores de 12 anos de idade. No fundo eu acho que se tivesse levado um printout da página com os documentos necessários, eu teria conseguido o ID só com os landing papers. Mas acabei deixando isso para lá. Ouvi o mesmo para o drivers license, que só com o PR Card em mãos.
De lá fui para a Apple Store no Pacific Centre e comprei o meu sonhado iPhone destravado. Não pude ativá-lo pois só ia comprar o chip pré-pago da 7-Eleven Speakout no dia seguinte. Vou fazer um post específico para isso.
Fomos também ao ISSBC da Drake St. para tentar conseguir informações sobre escolas para as crianças e sobre impostos. Mas depois de um tempinho de conversa, descobri que eu sabia mais coisas através das pesquisas prévias do que a consultora que nos atendeu. O fato é que eles atendem necessidades bem mais básicas do que as que eu tinha em mente. De qualquer maneira, foi uma conversa interessante para confirmar algumas das coisas que eu tinha pesquisado. As crianças ganharam Ty Beannie Babies, agradecemos e fomos embora.
Depois disso o que providenciei durante nossa estada cartão da Costco, membership no Vancouver Aquarium, cartão do Save-On-More, cartão da Safeway, membership em Grouse Mountain, cartão no Mountain Equipment Co-Op. Os preços dos memberships eram quase o valor da entrada única mais um pouco. Portanto valiam a pena, considerando que poderíamos voltar quantas vezes quiséssemos.
Depois das obrigações cumpridas, só nos restava aproveitar a cidade e tentar conhecê-la ao máximo. Um dos objetivos (cumpridos) foi o de conhecer os bairros para a viagem futura em Abril. Encerro essa série de posts por aqui, na esperança de ajudar um pouco a quem chega nessa cidade maravilhosa. Como nos posts anteriores, deixo aqui minhas conclusões:
Conclusões:
1) Se alugar carro em YVR, use a passarela no primeiro andar até o prédio de estacionamentos.
2) Abra sua conta antes no Brasil e comece realizar suas transferências antecipadamente.
3) Leve somente alguns traveller cheques para emergências e seu extrato do HSBC, isso é o suficiente para demonstrar fundos na imigração.
4) Se quiser tirar o B.C. ID e/ou o driver's license antes de 3 meses, levem um printout dos documentos requeridos para convencer o atendente e minimizar discussões desnecessárias.
5) Roupas de inverno: O melhor custo benefício é na Mountain Equipment Co-Op para adultos. Fomos no Targa também mas é bem carinho. Para crianças, a dica é comprar numa loja no Kids Market em Granville Island (pena que só descobrimos isso depois de penar nas lojas para achar os tamanhos e cores corretas para eles). [EDITADO 2/Dez/15: Roupa na MEC é boa mas é cara. Para crianças que trocam de roupa o tempo todo, as melhores dicas são na Sears, Winners ou no Burlington Coat Factory em Bellingham/WA que vendem ponta de estoque bem abaixo do preço da etiqueta.
6) Celular: 7-Eleven Speakout Wireless, period. (vou fazer um post específico).
7) Comprar uma carteira maior: O que tem de cartões de memberships com vantagens é uma coisa de louco. Quero ver como vou fazer para carregar tudo. [EDITADO 2/Dec/15] Instale Dropbox no telefone e faça scan de todos os cartões.
8) Se possível compre/adquira os memberships. Eles dão descontos e vantagens muito interessantes.
Thursday, February 10, 2011
Viagem para Vancouver - Viagem e Landing
Viagem:
Depois do estresse do embarque, finalmente pude sentar no saguão de embarque e respirar um pouco. Isso durou pouco pois crianças+espaço+novidade=correria. Bem, o embarque abriu e entramos no avião.
Digo uma coisa. Viajar de avião é uma bosta. Porém (pode ser síndrome do novo imigrante) gostei da Air Canada. Talvez seja porque viajar de American Airlines isso sim é uma bosta, e é com isso que estava acostumado. Portanto, qualquer coisinha a mais já causa espanto. Três coisas que não pude deixar de notar:
- Geralmente antes do embarque fica aquele alvoroço de gente em pé. Principalmente em vôos que tem Brasileiros a bordo. Se fosse na American Airlines, a aeromoça ia anunciar com a delicadeza militar do americano: "Todos sentados senão o avião não decola (só faltava um po**a!)". Na Air Canada eu vi esse alvoroço mas era a equipe atendendo solicitações dos passageiros para trocar de lugar. O avião saiu até uns 10 minutos atrasados e ninguém ficou latindo de maneira ameaçadora ao microfone.
- A disposição das poltronas. Eu não viajo de Airbus nem a pau (depois conto o por que). Vou de Boeing a todo custo, e na AA as poltronas são dispostas 2-5-2. Na AC são 3-3-3. Tá o número de poltronas é o mesmo mas sei lá, parece que tem um pouquiiiinho mais de espaço. Pode ser só impressão ou o fato do sistema de entretenimento efetivamente, entreter.
- Vinhos e cervejas: Não é recomendado beber a bordo de um vôo. Mas o fato de a Air Canada oferecer vinho, e mais, de graça e à vontade para o gado na classe econômica é um luxo inimaginável na American Airlines.
Bem, depois de 10 horas sem dormir, chegamos a Toronto. Estava começando uma tempestade de neve e a tendência era piorar.
Landing:
Após andarmos por intermináveis corredores, chegamos ao setor da imigração. Lá entramos na fila e o atendimento foi bem rápido. Apresentamos os passaportes e eu não havia preenchido o formulário da alfândega que nos deram no avião. Não preenchi o formulário pois lá perguntava se estava visitando ou se era cidadão e eu não era nenhuma das duas coisas. Bem, saí da fila, preenchi o documento e voltei para a fila novamente. De lá fomos encaminhados para uma sala separada para completar o processo de imigração.
Nessa sala havia apenas duas mulheres com duas crianças sendo atendidas por um agente e mais três agentes batendo papo. Entrei na fila com a digníssima e as crianças a tiracolo e a agente que nos chamou logo olhou e pediu para que eles se sentassem ao lado. As duas mulheres estavam tendo uma discussão acalorada com o agente sobre os motivos dela ter saído do país por tanto tempo, etc. O final da conversa foi que o agente não deixou ela entrar no país novamente. Pretty sad.
Apresentei o passaporte e os formulários de COPR. Aí ela olha no terminal, carimba aqui, carimba ali, preenche o COPR e os entrega para que eu assine o meu e o das crianças. Chamo a digníssima para que ela assine o dela. Ela faz alguns comentários para animar o tempo enquanto destaca as folhas do COPR e grampeia uma cópia do formulário ao passaporte. Com isso, já éramos landed immigrants no Canadá. Encerrou-se ali a saga iniciada em Dezembro de 2007 e iniciou-se uma nova cheia de perspectivas e novidades.
Dali a moça da imigração nos mandou para a coleta de bagagens e alfândega. Peguei as minhas malas e as 3 caixas verde-limão com 30 kg cada e lá fomos encaminhados para o setor de "sim, tenho coisas a declarar". Lá apresentei as duas vias de cada formulário (accompany e goods to follow). A agente foi super simpática e começou a somar os itens de cada folha, coisa que eu esqueci de fazer mesmo usando uma planilha excel. Pedi desculpas e ela falou para que eu não me preocupasse. A minha lista tinha 4 páginas e teve um coitado que trouxe uma lista com 50 páginas. Nesse caso ela deu a calculadora para o tal coitado e pediu para ele começar a somar. Feitas as somas (das minhas folhas), ela coloca os valores num terminal, pergunta com quanto de dinheiro estamos entrando no país e grampeia um formulário azul às folhas de inventário. Em nenhum momento ela pediu para abrir as caixas para verificar o que estava dentro ou pediu para ver o extrato do banco + os traveler cheques que estava levando para comprovar os valores que informei. Assinei o formulário azul, ela deu bandeirinhas do Canadá para os meus dois filhos (que ficaram super contentes) e lá seguimos o nosso caminho.
Desembarque+imigração+coleta de malas+alfândega durou em torno de duas horas no total. Chegamos 6 da manhã e às 8 já estávamos no balcão de conexão da Air Canada. O nosso vôo de conexão para Vancouver era só de tarde pois queríamos dar uma passeada por Toronto. Mas a Air Canada ofereceu um vôo as 08:30 e com a tempestade de neve se avizinhando, decidimos por seguir caminho mesmo estando cansados/destruídos. Peguei as caixinhas e as malas, coloquei na esteira e seguimos para o portão de embarque com destino a Vancouver.
Encerro esse post por aqui, depois falo mais sobre nossa chegada em Vancouver.
Conclusões:
1) O processo de landing (imigração) e alfândega são distintos e bem mais tranquilos do que eu esperava.
2) Ir pela Air Canada ao invés de um vôo pelos EEUUAA pode ser um pouco mais caro. Mas sinceramente, eu pago para não ter dor de cabeça com os Americanos e poder contar com a cordialidade do Canadense.
3) Quando preencher o B4 e o B4a, faça a totalização dos valores em cada folha apresentada e o total das folhas.
4) Voce pode sim usar uma planilha excel para apresentar o inventário.
5) Não precisa ser tão detalhado quando preencher esses formulários. Liste individualmente os itens que têm número de série e agrupe os que não têm.
6) Preencha o formulário de alfândega. Period.
Sunday, January 30, 2011
Viagem para Vancouver - Empacotamento e Embarque
Empacotamento:
Comprei 5 caixas de papelão reforçado 50cm x 50cm x 50cm na CaixasNet em São Paulo. Depois que fizemos a rapa de doações de coisas velhas em casa, acabaram ficando 3 caixas com 29kg cada uma para levar agora. Isso fora 3 malas grandes despachadas e 3 malas de mão. Entre o empacotamento dos itens, fui montando a lista de personal effects. Uma para os itens que estava levando e outra para os itens que seguirão no futuro na próxima viagem ou via cargo. Montei a lista numa planilha Excel mesmo de maneira bem simples, agrupando os itens quando possível. Segue um link para a planinha que em montei. Basta baixar e aplicar os filtros para os itens "Accompany" e "Follow".
Os eletrônicos acabei listando item a item com os seus devidos números de série para não haver problemas de impostos e/ou alfândega. Para quem se preocupa muito com essa lista, procure usar a seguinte metodologia. "Com o que a alfândega canadense pode criar caso?". Suas cuecas velhas? Forget about it, com certeza não. O seu laptop? Talvez sim, então vai para a lista.
Embarque:
Dia 11/01 (Terça) tomamos o vôo da Air Canada para Toronto. De lá tomamos outro vôo que só sairia no final do dia 12/01 para Vancouver.
Quem estava em São Paulo na Terça vai lembrar do dilúvio bíbilico que se abateu sobre a pobre cidade naquela manhã. A cidade praticamente parou nesse dia por causa das inundações nas marginais do rio Tietê. A consequência disso foi que o rodízio foi suspenso, as rádios pediam para as pessoas não sair de casa e praticamente não havia trânsito na Terça de tarde pois todo mundo resolveu de fato ficar em casa. Adiantei a van para umas 16:00 (o vôo era 22:30) e como a chuva tinha dado uma trégua e não havia trânsito algum, chegamos ao aeroporto rapidamente às 16:45.
De lá entramos na fila do check in e já emiti os bilhetes de embarque nas máquinas que ficam ao longo da fila. A fila mesmo só serviu para despachar as caixas (devidamente seladas com aquele plástico no aeroporto) e as bagagens. As malas foram simplesmente colocadas na esteira e lá se foram. As caixas nem foram pesadas e também lá se foram pela esteira. Se eu tivesse levado umas 5 caixas com 50kg cada, ninguém teria falado nada.
Bem, daí apareceu a primeira surpresa. A minha esposa é Portuguesa e tem igualdade de direitos no Brasil. Por esse motivo ela não tem mais o RNE e sim um RG. No check in, o atendente da AC viu o passaporte Português dela e perguntou: "Preciso de um documento que indique que ela está legal aqui no Brasil.". Nessa hora eu gelei. Ela é uma estrangeira e precisa comprovar que está legal no país. Assim como qualquer outro estrangeiro em qualquer outro país. E nessa hora não adianta certidão de casamento, de nascimento dos filhos, CNH, nada. Ou é o RG ou é a certidão do Ministério das Relações Exteriores com a titularidade da igualdade de direitos e as duas coisas estavam em casa. Resultado, o atendente não queria fazer o check in. Conversa para cá, conversa para lá o atendente chamou o supervisor e ele disse: "Pode fazer o check in, mas deixe as malas em standby até que vocês passem pela Polícia Federal". Isso significava que as malas não seriam embarcadas no avião até que a situação fosse resolvida.
Primeira etapa vencida, dali saí para pegar o RG da minha esposa em casa, pensando no trânsito fácil que peguei na ida ao aeroporto. Deixei a digníssima e os filhos acomodados em um restaurante e corri para o táxi (quase esqueci as chaves de casa). Na hora que eu coloco os pés para fora, no guichê da Guarucoop, a segunda surpresa. Chovia cântaros, tipo, chuva com trovoadas e o escambau. Pensei comigo, "E agora? E agora?". Decidi arriscar e ir. Eram 18:30 e o vôo era só as 22:30. Entrei no táxi e fui embora. Na saída do aeroporto, aquela baita chuva. Falei da minha aflição para o motorista mas pedi que fosse devagar pois a última coisa que precisava naquele momento era um acidente. Surpreendentemente a chuva deu uma trégua no momento que entramos na marginal. Resultado, consegui ir até minha casa e voltar em exatos 60 minutos e as 19:30 estava de volta no aeroporto. E tudo isso graças a chuva da manhã que fez com que o trânsito fosse praticamente inexistente nessa hora que é de rush e graças ao motorista do táxi que foi me tranquilizando pelo caminho todo para que eu não tivesse um enfarte e graças a São Pedro que deu a trégua no dilúvio que assolou São Paulo.
Com o documento em mãos, passamos rapidamente pelo guichê da PF. De fato, pediram o RG dela e as certidões de nascimento das crianças pois no passaporte não tem o nome dois pais. Sem isso certamente enfrentaríamos problemas. Dali fui para o guichê da Air Canada e pedi para que as nossas malas fossem finalmente embarcadas no avião.
Encerro esse post por aqui, depois conto sobre a viagem e o landing.
Conclusões:
1) Vou grampear o RG da minha esposa ao passaporte dela para não ter mais esse tipo de 'problema'.
2) Se tem filhos, tire o RG deles ou leve as certidões de nascimento das crianças para demonstrar o vinculo familiar.
3) Compre um carrinho daqueles para carregar bagagem para levar as caixas de um lado para o outro. Suas costas agradecem.
4) Faça a selagem das caixas com aquele plástico transparente ao chegar no aeroporto. Apesar de serem de papelão reforçado, constatei que as caixas teriam se desintegrado.
Der Doppelgänger.
Sunday, January 9, 2011
Orbitz
Alguém tem algum outro site com melhores tarifas para compartilhar?
Der Doppelgänger
Editado 10/Jan:
Pensando na Ma, fiz a seguinte cotação:
One-way, pela Orbitz , GRU->YVR no dia 09/Abr, 2 adultos:
-United (via ORD): USD 1146 + taxes & fees
-Korean (via LAX): USD 1251 + taxes & fees
-Air Canada (via YYZ): USD 1789 + taxes & fees
Thursday, January 6, 2011
Bon Voyage
Em relação aos formulários, estou montando uma planilha excel mesmo com os itens. A última coisa que eu quero fazer é ficar preenchendo documentos à mão. Estou priorizando os itens que eventualmente poderiam dar problema de impostos na alfândega, tais como eletrônicos e objetos de valor (anéis, colares, brincos). O resto vai genérico mesmo do tipo "livros", "álbuns de fotos", "jogos de jantar", "caixa com brinquedos infantis", "roupas masculinas", etc. Afinal de contas, quem irá cobrar imposto de importação sobre um álbum de fotos de família? Ou das minhas cuecas usadas?
Passagens compradas via Orbitz. O aluguel do apartamento temporário já está arranjado. O seguro saúde já está comprado. Os cartões de crédito do HSBC estão esperando lá com a nossa host family. Estou levando a documentação das crianças (traduzida) para procurarmos escola e com isso definirmos o bairro onde iremos procurar casa/condo. Já compramos um vesturário básico para a chegada (second skin, meias, luvas, um fleece leve, etc).
Mando mais notícias quando chegarmos.
Der Doppelgänger
P.S.: A foto é do SS Calgaric
Friday, December 17, 2010
Travel Insurance
WorldNomads.com
GTA
TravelAce
Eu acho que a melhor relação custo-benefício é o da WorldNomads.
Der Doppelgänger
Monday, December 6, 2010
Mudança
A idéia é arrumar umas malas grandes e usar as dicas de caixas que vi em vários sites de quem já foi. Porém, ao fazer o planejamento com minha esposa e vendo as coisas que queremos deixar e levar, a coisa está ficando um pouco complicada. Temos muitos livros e álbuns de fotos que são pesados e que não queremos nos desfazer. Fora alguns presentes de casamento (faqueiros, jogos de jantar) que são pesados e o resultado do transporte será duvidoso. E também ter que lidar com caixas grandes e pesadas, com duas crianças e ainda passando pelo crappy airport de Chicago, é a receita para o caos total.
Por esse motivo, estou tentando fazer uma cotação para mudança internacional. Claro que não vou levar eletrodomésticos, móveis, carros ou nada nesse sentido. Mas para esses itens mais complicados e/ou pesados, quero ver se vale a pena.
Alguém já se utilizou desses serviços ou fez alguma cotação? Agradeço muito quem comentar com dicas e orçamentos passados.
Obs 1: Achei mais um site: http://www.mellohawk.com/
Obs 2: Recebi reply do Gerson Ian - http://www.gersonandgrey.com.br/
Tuesday, November 9, 2010
Farmacinha para Crianças
Der Doppelgänger
Saturday, September 25, 2010
Finally! Vistos na mão!
Finalmente, estamos com nossos vistos IM-1 nos passaportes. O destino final é Vancouver. Iremos em Janeiro para fazer uma prospecção. Além de fazer o landing, solicitar o PR e o SIN card, temos que ver o local onde iremos morar e a escola das crianças.
A partir daí, voltamos, acertamos tudo aqui no Brasil e voltamos para ficar de vez.
Um dos problemas foi a questão da validade do visto (só até Março) e a escola das crianças. Por isso decidimos ir em Janeiro. O consolo é que já vamos ver o invernão no seu auge e a partir daí a coisa melhora com a vinda da Primavera e do Verão.
Quanto às crianças, elas ainda irão para a escola em Fevereiro e enquanto acertamos tudo por aqui. Depois haverá um período de transição até o novo ano letivo começar em Set/2011
O plano inicial era fazer a viagem de prospecção agora em Julho mas por causa do trabalho, acabou não rolando.
No aspecto profisisonal, o fato é que não estava muito animado para ir pois as coisas estavam indo bem no trabalho. Mas isso mudou muito depois de Agosto (conto os detalhes num outro post). Portanto a motivação original (ver primeiro post do blog) que estava meio dormente, voltou com força total.
Bem, já estamos com as passagens compradas. Comprei pela Orbitz e paguei USD 1200 ida e volta para cada um já com taxas de embarque da Orbitz incluídos (4 passagens, 2 adultos, 2 crianças de 9 e 7 anos). Os vôos são pela United passando por Chicago (eca de aeroporto).
Os próximos passos são:
- Renovar o meu visto americano que vence em Jan/11. O resto da família vai via ESTA.
- Acertar um short tem rental para ficar em Janeiro.
- Conseguir um endereço de um amigo em Vancouver para receber os cartões de crédito do HSBC Premier e o PR card.
- Ir montando o histórico de crédito através da conta aberta no Canada via HSBC Premier.
- Preencher os formulários de Personal Effects Accounting Documents.
- Ler as dicas sobre real estate no Canadá. Aprender os termos utilizados e particularidades legais.
- Conseguir um real estate agent confiável para procurar um local para alugar.
- Carteira de motorista em Vancouver. a) Entrar no site do ICBC, estudar o guia teórico, b) Fazer o simulado do ICBC para o knowledge test, c) Ler as dicas de quem já tirou a drivers license.
- Mapear as top 40 elementary schools de Vancouver, para correlacionar com a procura do local para morar.
- Ver quão 'walkable' é o local onde vamos morar através do site Walk Score
- Pesquisar um carro para comprar (acho que será um Honda Fit)
- Providenciar uma carta de recomendação da Porto Seguro para diminuir o custo do seguro do auto.
- Pensar nos gastos que teremos por lá. Segue uma planilha com algumas estimativas para Vancouver que revisei com um amigo que mora lá em West Vancouver.
- Providenciar as ementas, planos de ensino e histórico escolar com minha faculdade para o reconhecimento do meu diploma de engenheiro no Canadá.
- Comprar traveller cheques.
- Ver dicas financeiras para a vida no Canadá.
- Fazer check up de saúde da família toda. (para chegar zerado, hehehe)
- Providenciar o immunization record com o pediatra das crianças.
- Renovar/conseguir um e-CPF para mim e minha esposa para acesso ao e-CAC da Receita (just in case).
- Conseguir os certificados de batismo das crianças, para o caso de eles irem para uma elementary school católica.
- Conseguir a quitação das obrigações eleitorais.
- Providenciar o seguro saúde para os primeiros três meses.
- Acostumar-se com o nome das comidas in English.
- Conseguir um library card na Vancouver Public Library.
- Conseguir um family doctor.
- Vender minhas traquitanas via Mercado Livre (aproveitem as promoções!!)
Der Doppelgänger
Monday, May 25, 2009
Urban scrawl: An Indian gives up on life in Toronto
Posted: May 25, 2009, 11:47 AM by Rob Roberts
By Natalie Alcoba, National PostI met Prabhaker on an airport shuttle in south India, two years after he packed his bags in Toronto and moved back home.
He asked me where I was from, and when I told him he took out his own Canadian passport: "I lived there for five years with my family."
The bus broke down and we ended up sharing a taxi to the airport. It was a long way, plenty of time to get a taste of that quintessential immigrant experience -- the one Canadian embassies fail to mention when they welcome hopeful families from around the world.
Prabhaker, who has asked that his last name not be used in this story, was making a decent living in Hyderabad when he applied to come to Canada. He thought it could be a better place to raise a family. Cleaner. Less pollution.
He has a master's in international trade from the United States and, after an exhaustive selection process with the Canadian embassy that lasted three years, was sure he was headed to a place of opportunities when he moved his wife and two children to Toronto in 2001.
It did not turn out that way. He was 37. The job he got at the call centre was hardly enough to make ends meet, and he had to moonlight as a gas station attendant.
Things improved when he started working for a Canadian bank, but a salary shy of $40,000 meant he still had to hold two jobs.
The family lived in a small apartment by Queen and Lansdowne and eventually rented out part of a house in midtown.
He faced that familiar challenge -- you need Canadian experience to advance in our system, and you need someone to give you a chance. He found that employers were not so keen to hire an outsider.
He said the same would happen in India, where caste divisions continue to limit people's professional ascent. People are more comfortable with their own, he said.
"My vicious cycle of employment continued for another four years," Prabhaker told me later in an e-mail.
"I finally found myself at the dead end of the tunnel. While many Asians like me wait to take up citizenship and move south to U. S. A., due to my own personal choice and constraints I opted to return to India.
"Some live hoping that lives of their children will be of roses; I don't know how?"
A 2006 Statistics Canada study showed that about a third of Canadian immigrants return to their native country within 20 years, more than half of those within the first year of arriving. The report focused on men between the ages of 25 and 45 and found higher emigration rates among those who had been admitted to Canada as a skilled worker or under the business category.
Prabhaker told me in the cab, and then reiterated in his e-mail, that he believes the Canadian immigration system should first look at the status of immigrants who are already in big cities before opening its doors to more newcomers.
"What is the purpose of this three-year evaluation if all we end up is serving another cup of hot coffee in Tim Hortons or filling washing liquid in your neighbourhood gas station. How far does this money take an immigrant family?"
He referenced National Post editor at large Diane Francis who, in her book Immigration - The Economic Case, he said "illustrated beyond any doubt consequences of such careless immigration just to fill the quota of annual immigration policy."
Two years ago, Prabhaker reached out to his former employer in India and arranged for "more dignified" work as an international sales manager.
"The probability of making it big in Canada is the same as making it big here," he says.
Now he owns his own home in Hyderabad, gets to travel abroad for his job. His wife does not need to work. The move has been a good one.
"But, I miss things about Toronto." The Don Valley Parkway's display of brilliant colours in the fall. The Toronto Zoo. His long walks along the harbourfront, and the ferry ride to Centre Island.
He could hardly contain his excitement when on a recent business trip to the United States he spotted a Tim Hortons (although the small coffee he usually had turned into a medium because, well, that is what a small looks like in America). He was as addicted to Timmy's as he was to the Royal Canadian Air Farce; never missed a Friday episode.
"You're more Canadian than me!" I laughed in the cab. He laughed, too.
He spoke fondly of Jean Chrétien. They share a birthday.
There are less fond memories, too. Like the time he tried to buy something at Zellers, just as the cashier turned off her light and told him her aisle was closed. After he left he saw her turn the light back on and serve another customer.
But those experiences were few and far between, he said; he cherishes Canada. "No hard feelings. This is where we belong."
Correr Es Mi Destino
Mais um blog interessante para o blogroll: "Correr Es Mi Destino" da Zhu.
Acabei cruzando com o site dela.....na verdade não sei como. Navegando por aí, achei essa pérola e decidi colocar no site.
Ela é cidadã Francesa e decidiu imigrar para Quebéc. O nome dela é Juliette e não tem nada de Chinesa. Para saber mais sobre isso recomendo que entre no site.
Ela tem publicado uma série de posts relativos a dicas para imigração. Já foram 4 posts de uma série de 10 e vale a pena dar uma olhada.
Para quem está na espera aqui no Brasil, existem muitos blogs com dicas, mas vale a pena ver como outras pessoas de outros países enfrentam esse desafio.
Fora que o site é muito bem montado, com muitas informações além de dicas de imigração e muitas, mas muitas fotos mesmo.
Seguem alguns links:
The Two Immigration Myths (1/10)
Immigration: The Skilled Worker Category (2/10)
Immigration: The Sponsorship Category (3/10)
If You Immigrate To Quebec (4/10)
O resto, vocês acompanham no blog dela.
Der Doppelgänger
Acabei cruzando com o site dela.....na verdade não sei como. Navegando por aí, achei essa pérola e decidi colocar no site.
Ela é cidadã Francesa e decidiu imigrar para Quebéc. O nome dela é Juliette e não tem nada de Chinesa. Para saber mais sobre isso recomendo que entre no site.
Ela tem publicado uma série de posts relativos a dicas para imigração. Já foram 4 posts de uma série de 10 e vale a pena dar uma olhada.
Para quem está na espera aqui no Brasil, existem muitos blogs com dicas, mas vale a pena ver como outras pessoas de outros países enfrentam esse desafio.
Fora que o site é muito bem montado, com muitas informações além de dicas de imigração e muitas, mas muitas fotos mesmo.
Seguem alguns links:
The Two Immigration Myths (1/10)
Immigration: The Skilled Worker Category (2/10)
Immigration: The Sponsorship Category (3/10)
If You Immigrate To Quebec (4/10)
O resto, vocês acompanham no blog dela.
Der Doppelgänger
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